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domingo, 15 de junho de 2008
Jornalista do deus Mercado critica documentário sobre Maradona
O diretor bósnio, Emir Kusturica, mostrou no festival de Cannes o documentário 'Maradona by Kusturica', como ídolo do futebol, e expoe sua crítica a política dominante neo-imperialista e neoliberal (atacando Bush, Tony Blair, Margareth Thatcher) e outros. O jornalista, 'colonista' (não colunista) Carlos Eduardo Lourenço Jorge, da Folha de Londrina (15/06/2008 - Folha 2, p. 1) qualifica o diretor e o jogador argentino, Maradona, como dois 'de egos de dimensões avantajadas', o 'filme é uma caótica e energética mistura de muitos gols... e sequências de animações... que oscina entre o caricatural, o hilário e o patético... Vale destacar a crítica dos jornalistas da PIG (Partido da Imprensa Golpista - cf. PHA) a todo que questiona o modelo econômico dominante. É o saltério dos sacerdotes do deus Mercado. Maradona e Kusturica expressam simpatia por Hugo Chaves e pelo combate ao modelo dos EUA.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Os demônios do papa Bento e do Bush. My god?

Tenho medo da afirmação do chefe de protocolo da Casa Branca, Nancy Goodman Brinker, ao declarar que o presidente Bush é "um grande admirador do Papa e sente por ele um respeito total", ao afirma no jornal La República, frente a acolhida estupenda do papa na visita do presidente a Roma, nesta semana. O mesmo jornal destaca que Bush e o Papa alemão compartilham a mesma visão sobre os "demônios" que ameaçam o planeta no século XXI.
'Os demônios' são todos aqueles que criam obstáculos ao domínio e estruturação do capitalismo moderno. O terrorismo e a luta entre cristianismo e religiões islâmicas e mulçumanos são engodo e simulãções ideológicas para manutençao do imperialismo e domínio de classe, no combate ao alteromundismo - 'um novo mundo é possível'. O caminho dos democratas a presidência dos EUA é uma ameaça para o Papa e seus sequazes.
'Os demônios' são todos aqueles que criam obstáculos ao domínio e estruturação do capitalismo moderno. O terrorismo e a luta entre cristianismo e religiões islâmicas e mulçumanos são engodo e simulãções ideológicas para manutençao do imperialismo e domínio de classe, no combate ao alteromundismo - 'um novo mundo é possível'. O caminho dos democratas a presidência dos EUA é uma ameaça para o Papa e seus sequazes.
terça-feira, 3 de junho de 2008
ONTOLOGIA DO BANHEIRO MASCULINO

SOCIOLOGIA. As mulheres sempre tiveram uma enorme curiosidade em saber o que ocorre no universo do WC masculino. Uma primeira característica do banheiro masculino é o silêncio. Ao contrário do feminino, onde - como em qualquer encontro de 3 ou mais fêmeas - as visitantes cacarejam animadamente, no dos homens impera uma quietude franciscana. Não se cumprimenta o próximo, não se cruza olhares. Até mesmo amigos evitam conversas. Em casos extremos pode-se até abordar alguém junto à pia e o dispensador de toalhas, mas é uma atitude que sempre levanta suspeitas. Trata-se de um local de atividades solitárias, de reflexão e auto-conhecimento.
Apesar dos usuários se ignorarem mutuamente, suas ações não passam despercebidas. Existem regras tácitas que regem implacavelmente as relações sanitárias e o respeito ou não a esse código definem como o sujeito é visto por seus pares. Um deslize pode representar a queda definitiva das mais austeras e avalizadas reputações. Portanto, para o frequentador que enruste algum desejo de pederastia inconfessa, todo cuidado é pouco.
Uma regra de suma importancia diz respeito às cabinas. Nada de usá-las para aliviar a bexiga! Quem prefere se isolar é porque tem vergonha das dimensões irrisórias de seu pênis ou teme não conter o desejo de olhar o(s) membro(s) alheio(s). Passa recibo de fraco, inseguro ou de baitola. Notem que não estou nem cogitando a possibilidade do mijar sentado. Quem usa deste expediente hediondo merece ser banido do recinto à pontapés e apedrejado em praça pública. Macho que é macho mija no urinol e só usa a privada como último recurso, no caso daqueles estarem todos ocupados. E quando o faz, deve direcionar o jato sempre ao centro da louça onde fica o laguinho d’água parada, para que o barulho mostre uma pressão saudável e vigor varonil.
Mas qual mictório escolher? O do canto ou o do meio? E se for daqueles contínuos, coletivos, de aço inox?
Bem, fica a gosto do freguês. Mas quem procura sempre as pontas é porque se sente desconfortável no meio de outros homens. Ficar à vontade demais também não é o caso, mas não há porque temer a proximidade do próximo. Quem está confortável com sua masculinidade se posta nas posições centrais. Urina olhando estoicamente para frente, mas tranquilamente. Pode assobiar o hino do time, desde que não se esteja na torcida adversária; pode liberar flatos sonoros, que são excelentes sinais de virilidade, mostram desprendimento e segurança por parte do emissor; gemidos são permitidos, desde que graves como a voz de um baixo ou barítono. De tenor para baixo, todo gemido é interpretado como vindo de um castrato; os bem-dotados ainda podem se dar ao luxo de manter uma boa distância do recipiente e garantir o jato certeiro, para a inveja geral. A finalização é sempre por meio de chacoalhadas e nunca, repito, nunca usar papel higiênico para secar as últimas gotas. O lugar delas é na cueca.
Falamos até agora de urinar, de tirar água dos joelhos. E quando for hora de esvaziar os intestinos, de pintar a porcelana, soltar a cobra no balaio ou - como dizem as mulheres e os metrossexuais – fazer o número dois? Bem, neste caso não há como escapar das cabinas e suas privadas. Se vai cobrir o assento com papel, se vai ficar agachado sem se sentar, se vai deixar o membro mergulhado na água pútrida, bem, isso é um problema de asseio particular de cada um e não diz respeito a esta breve dissertação. A única recomendação é não confundir macheza com desrespeito: evite borrar a tampa e puxe sempre a descarga. Feder pode. Deixar um registro olfativo, vá lá. O que não pode são as lembranças visuais.
Para finalizar, o uso da pia. Junto ao grande público o sujeito tem que jurar de pés juntos que sempre lava as mãos. Mas dentro do banheiro, diante dos seus pares, é opcional. Os outros usuários não vão achar ruim se virem alguém sair sem usar a água e o sabão. A não ser que trate-se do cozinheiro ou do médico de plantão.
Boa excreção! – Macho viado.
Apesar dos usuários se ignorarem mutuamente, suas ações não passam despercebidas. Existem regras tácitas que regem implacavelmente as relações sanitárias e o respeito ou não a esse código definem como o sujeito é visto por seus pares. Um deslize pode representar a queda definitiva das mais austeras e avalizadas reputações. Portanto, para o frequentador que enruste algum desejo de pederastia inconfessa, todo cuidado é pouco.
Uma regra de suma importancia diz respeito às cabinas. Nada de usá-las para aliviar a bexiga! Quem prefere se isolar é porque tem vergonha das dimensões irrisórias de seu pênis ou teme não conter o desejo de olhar o(s) membro(s) alheio(s). Passa recibo de fraco, inseguro ou de baitola. Notem que não estou nem cogitando a possibilidade do mijar sentado. Quem usa deste expediente hediondo merece ser banido do recinto à pontapés e apedrejado em praça pública. Macho que é macho mija no urinol e só usa a privada como último recurso, no caso daqueles estarem todos ocupados. E quando o faz, deve direcionar o jato sempre ao centro da louça onde fica o laguinho d’água parada, para que o barulho mostre uma pressão saudável e vigor varonil.
Mas qual mictório escolher? O do canto ou o do meio? E se for daqueles contínuos, coletivos, de aço inox?
Bem, fica a gosto do freguês. Mas quem procura sempre as pontas é porque se sente desconfortável no meio de outros homens. Ficar à vontade demais também não é o caso, mas não há porque temer a proximidade do próximo. Quem está confortável com sua masculinidade se posta nas posições centrais. Urina olhando estoicamente para frente, mas tranquilamente. Pode assobiar o hino do time, desde que não se esteja na torcida adversária; pode liberar flatos sonoros, que são excelentes sinais de virilidade, mostram desprendimento e segurança por parte do emissor; gemidos são permitidos, desde que graves como a voz de um baixo ou barítono. De tenor para baixo, todo gemido é interpretado como vindo de um castrato; os bem-dotados ainda podem se dar ao luxo de manter uma boa distância do recipiente e garantir o jato certeiro, para a inveja geral. A finalização é sempre por meio de chacoalhadas e nunca, repito, nunca usar papel higiênico para secar as últimas gotas. O lugar delas é na cueca.
Falamos até agora de urinar, de tirar água dos joelhos. E quando for hora de esvaziar os intestinos, de pintar a porcelana, soltar a cobra no balaio ou - como dizem as mulheres e os metrossexuais – fazer o número dois? Bem, neste caso não há como escapar das cabinas e suas privadas. Se vai cobrir o assento com papel, se vai ficar agachado sem se sentar, se vai deixar o membro mergulhado na água pútrida, bem, isso é um problema de asseio particular de cada um e não diz respeito a esta breve dissertação. A única recomendação é não confundir macheza com desrespeito: evite borrar a tampa e puxe sempre a descarga. Feder pode. Deixar um registro olfativo, vá lá. O que não pode são as lembranças visuais.
Para finalizar, o uso da pia. Junto ao grande público o sujeito tem que jurar de pés juntos que sempre lava as mãos. Mas dentro do banheiro, diante dos seus pares, é opcional. Os outros usuários não vão achar ruim se virem alguém sair sem usar a água e o sabão. A não ser que trate-se do cozinheiro ou do médico de plantão.
Boa excreção! – Macho viado.
(fonte desconhecida - enviado por um aluno).
sábado, 10 de maio de 2008
Burrice é confundir inteligência com escolaridade - Lula.

O Lula esbravejou: 'eu estou provando que é burrice, eu estou agora provando de que burro é quem confunde inteligência com anos de escolaridade, burro é quem pensa assim', e acusou a direita conservadora brasileira no ato de lançamento do PAC, na cidade de Lauro de Freitas-BA, em 09/05, veja o vídeo: http://edu.guim.blog.uol.com.br/ .
Os partidos de oposição e a mídia, por participarem da mesma classe social, cominados nos mesmo interesses não conseguem captar o real do movimento da sociedade. Mundo está mudando, mas tem alguns que não querem captar a mudança. Aquele conceito fixo da oligarquia que pautava, ditava a opinião pública é coisa do passado. Tal como a humorista, 'isto já não te pertence mais'. O povo está fazendo uma revolução por baixo sem confrontar com os donos do poder de cima. Setores da classe média, ventríloga da classe econômica dominante, nas secções de carta dos jornais jactam "não é possível que este governo 'dos pobres' representado por um 'zé ninguém - Lula, está dando certo", 'esta popularidade do governo não é verdade, a pesquisa é falsa". Dê uma olhada pela América Latina, e até o EUA. Escrevam o que preanuncio. Os resultados da próxima eleição irão demonstrar o avanço dos setores progressistas.
O índice de escolaridade é baixo, a maioria do povo concluiu apenas a educação básica. O senso comum do povo não se contrapoe com a ciência. 'O cientista virou um mito. E todo mito é muito perigoso, porque ele induz o comportamento e inibe o pensamento.'(Rubem Alves, Filosofia da Ciência, Brasiliense, 1981, p.11).
Os partidos de oposição e a mídia, por participarem da mesma classe social, cominados nos mesmo interesses não conseguem captar o real do movimento da sociedade. Mundo está mudando, mas tem alguns que não querem captar a mudança. Aquele conceito fixo da oligarquia que pautava, ditava a opinião pública é coisa do passado. Tal como a humorista, 'isto já não te pertence mais'. O povo está fazendo uma revolução por baixo sem confrontar com os donos do poder de cima. Setores da classe média, ventríloga da classe econômica dominante, nas secções de carta dos jornais jactam "não é possível que este governo 'dos pobres' representado por um 'zé ninguém - Lula, está dando certo", 'esta popularidade do governo não é verdade, a pesquisa é falsa". Dê uma olhada pela América Latina, e até o EUA. Escrevam o que preanuncio. Os resultados da próxima eleição irão demonstrar o avanço dos setores progressistas.
O índice de escolaridade é baixo, a maioria do povo concluiu apenas a educação básica. O senso comum do povo não se contrapoe com a ciência. 'O cientista virou um mito. E todo mito é muito perigoso, porque ele induz o comportamento e inibe o pensamento.'(Rubem Alves, Filosofia da Ciência, Brasiliense, 1981, p.11).
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Patercídio - e a busca do homem

Sociologia. O macho, o homem está em crise na sociedade pós-moderna. Em Londrina-PR um pai mata uma filha de 49 dias. O pai de Isabella Nardoni acusado de mata-la. Na região metropolitana de Curitiba um homem levanta do sofá e mata um jovem no bar vizinho a residência considerando que o som estava alto. Na Austria, pai aprisiona filha por 17 anos e tem 7 filhos a mesma. Quais os motivos de tais atos irracionais?
Vivemos em sociedades individualistas, criação da sociedade ocidental. A partir do momento que nos dizem que somos indivíduos e que temos que nos fazer a nós próprios, dizem também que é difícil existir, daí começa a inquietação. Ser livre é muito perigoso, e somos obrigados a desenvolver-nos sob o julgamento dos outros, afirma BRUCNER, 1999. Estamos continuamente sendo medidos, julgados, avaliados, isto reforça o peso da responsabilidade. O homem sente o peso pressionado pela mulher. O sexo frágil não educou a assumir a responsabilidade. Vide como as mães tratam a filha e o filho no processo educacional familiar. O patercídio tem uma explicação frente a fuga do ceticismo e do dogmatismo do mundo moderno.
Vivemos em sociedades individualistas, criação da sociedade ocidental. A partir do momento que nos dizem que somos indivíduos e que temos que nos fazer a nós próprios, dizem também que é difícil existir, daí começa a inquietação. Ser livre é muito perigoso, e somos obrigados a desenvolver-nos sob o julgamento dos outros, afirma BRUCNER, 1999. Estamos continuamente sendo medidos, julgados, avaliados, isto reforça o peso da responsabilidade. O homem sente o peso pressionado pela mulher. O sexo frágil não educou a assumir a responsabilidade. Vide como as mães tratam a filha e o filho no processo educacional familiar. O patercídio tem uma explicação frente a fuga do ceticismo e do dogmatismo do mundo moderno.
domingo, 4 de maio de 2008
Brasil, país de baixo risco. Para quem o resultado?
ECONOMIA. O debate sobre a conjuntura econômica brasileira, frente a chancela do investment grade (reconhecimento de que o Brasil é um País de baixo risco para os investidores) vale a pena ler os posts dos blogsfera do Luis Nassif (ex-Folha e crítico da in-Veja) - http://www.projetobr.com.br/web/blog/5 , e do Eduardo Guimaraes presidente da associação do Movimento dos Sem Mídia) blog Cidadania do MSM - http://edu.guim.blog.uol.com.br/ , donde um debate civilizado expoe posiçoes diferenciadas.Qual o cenário da nossa economia? A mídia tenta impor sua 'ideologia'.
sábado, 3 de maio de 2008
A sociedade civil de costa para o Estado

Há na América Latina um movimento geopolítico de mudanças iluminadas pelo pensamento ultramundista - 'um outro mundo é possível' - na luta e combate a desigualdade entre os povos, contraposto ao neoliberalismo. O jogo é sutil. Mas há um risco. As mudanças são gestadas pela representação política no quadro dos executivos dos paises pobres, impulsionando os intereses da maioria, no quadro macro, mas nas relações e representações do micro poder continuam, na maiorias o poderia das forças conservadoras. Este descompasso advém de uma representação política frágil da sociedade civil.
A presença ativa da sociedade civil na trama dos tecidos sociais e nos espaços de mediação e construção das tramas de poder é precária e existe como simulacro. As entidades representativas (Ongs, Oscips, organizações, associações, fundações, e empresas) sobrevivem de um hegelianismo claudicante, de um obreirismo operante envolto de um imediatismo e das necessidades primárias.
Os conselhos de direitos, 'locus' gestores e mediadoares de políticas públicas e do fundo público, existem e sobrevivem no debate sobre as sombras, tal como os homens 'do mito da Caverna' de Platão. Este debate necessita de debate.
A presença ativa da sociedade civil na trama dos tecidos sociais e nos espaços de mediação e construção das tramas de poder é precária e existe como simulacro. As entidades representativas (Ongs, Oscips, organizações, associações, fundações, e empresas) sobrevivem de um hegelianismo claudicante, de um obreirismo operante envolto de um imediatismo e das necessidades primárias.
Os conselhos de direitos, 'locus' gestores e mediadoares de políticas públicas e do fundo público, existem e sobrevivem no debate sobre as sombras, tal como os homens 'do mito da Caverna' de Platão. Este debate necessita de debate.
domingo, 20 de abril de 2008
A criança vista pelas crianças e a mídia
Meu filho de 11 anos disse: 'estou de saco cheio deste caso da Isabela!!! Expressão que merece cuidado. Por que essa rejeição, indaguei. A TV virou urubu a procura de desgraça, disse meu filho. A maioria dos canais de TV aberta trataram 'O caso Isabella' com exagero. O jornalismo está perdendo a credibilidade e os jornalistas críticos são banidos e expurgados dos grandes meios de comunicação. Tenho suspeita do 'Caso do Cabrini' - jornalista recem contratado da Record, preso por envolvimento com tráfico de drogas. Muito estranho.
A Lei do Mercado é superior a vida. O deus Mercado necessita de sangue. É insensivel com a vida.
A Lei do Mercado é superior a vida. O deus Mercado necessita de sangue. É insensivel com a vida.
quarta-feira, 26 de março de 2008
Bandido mata dono de supermercado em Cambé.

Nota de falecimento: foi assassinato o meu amigo Nivaldo Alves de Morais, ex-presidente da Associação dos Supermercadista de região de Londrina - Assurel, com 4 tiros na testa nesta quarta-feira(27/03) as 18:15h, dentro do supermercado Alves Celeste por um bandido que sai na cadeia e retornou para vingar - como disse ' cobrar uma pedra'. O supermercado foi assaltado e o Nivaldo reconheceu o bandido para a polícia e a Justiça condenou-o. Agora retorna e provoca a morte de forma estúpida.
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