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sábado, 25 de julho de 2009

A JUVENTUDE NA BUSCA DA LIBERDADE




SOCIOLOGIA - Com a divulgação do IHA - Indíce de Homicídio do Adolescentes - pesquisa patrocinada pelo UNICEF/e Ministério da Justiça, em que demonstrou que a cada dia morrerá 13 jovensa até 2013 é necessário levantar algumas indagações frente as indignações, que a mídia corporativa (Globo, Marinho, S.Santos, Mesquista, Saad) e seus afiliados, não jogam tintas/imagens/sons para esclarecer.
A citada pesquisa embora delimita adolescentes na faixa etária de 12-17 anos, mas cabe investigar os jovens de 15-24 anos, ampliando a faixa. O homicídio juvenil aumenta. Eis algumas perguntas:
- Quais são as causas de tal fenômeno social?
- Quais equivocos os atores sociais (Estado, família, comunidade, sociedade) mediadores da juventude estão cometendo?
- As reflexões (PDE) e ações do Estado no ambito da educação sinalizam respostas as demandas do homicídio juvenil?

Acesse o site da Unicef e leia sobre o estudo do IHA http://www.unicef.org/brazil/pt/IHA.pdf ,
Acesse o site do MEC e veja o documento preparatório da Conferência Nacional da Educação - CONAE, www.mec.gov.br.

A partir de minha mísera experiência com jovens em situaçõa de risco (educador de rua, coordenador de projeto socioeducacional, projovem, e pesquisa sobre juventude, tenho a tese de que a razão de tal problemática está na busca da Liberdade. Os paradigma da modernidade e do neoliberalismo cimentaram conceitos e perspectivas de vida induzindo o jovem por caminhos obscuros, fragmentados e movediços.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Saida de Sarney do Senado e o Simulacro



Política. A saída do José Sarney da presidência do Senado após denúncia de improbidade administrativa e corrupção cuja mídia corporativa em uníssono blandiram nada mais é que um simulacro. O pedido da mídia e do senador mais sujo Arthur Virgílio (PSDB-AM) é uma forma de dissimulada de esconder os outros senadores envolvidos em tal ato ilícito.


Tal fato deve provocar uma reflexão essencial: qual o papel e função do Senado? Na atualidade é uma cópia precariamente feita da Câmara Federal. A forma de composição é hilariante, visa firmar oligarquia e cimentar o 'mandonismo' tão criticado por Raimundo Faooro, na clássica obra 'Os donos do poder'.

sábado, 27 de junho de 2009

Os modelos econômicos: neocon; proteção social; 'socialista'.


Economia. É notório no Brasil três modelos econômicos implantados, em processo de implantação e outro em projeto. O modelo econômico conservador/neoliberal, o de proteção social e sustentável, e o(s) 'socialista(s)' tentam construir justificativas na busca da sua factibilidade. O presidente Lula na sua passagem por Londrina (24/06) ao lançar o Plano Agrícola 2010-2011 disse que seu projeto é tornar a classe pobre em classe média e consumidora. Negou a diferença entre agricultura familiar e agronegócio. A parte a estratégia lulista de conformar o seu discurso conforme o público na busca da hegemonia ideológica evitando a fricção desnecessária para gestão do poder.


O programa político do PSDB na TV (dia 25/06) foi expôs a visão neoliberal de poder. As administrações públicas do PSDB e DEM primam pela implementação do modelo conservador de poder e neoliberal na economia, isto é, reforça os poderes dos oligargas locais nas relações do micro poder e nepostismo, e por outro lado a redução do Estado e ampliação do poder mediador do mercado.

Os ditos 'socialistas' debatem a proposta de um poder ideal longe da oligarquia nas relações de poder e de produção pela via da distribuição da propriedade e da produção. A marca do novo advém do fortalecimento do poder comunitário por meio da sociedade civil autônoma e independente. Se a política é a arte de tornar possível o impossível, descobrir o possível no impossível é a arte. Os socialista são entre aspas devido a diversidades de correntes.

Protesto contra a violência - os ricos: ja aos pobres aceitem.


Ao ler a manchete da Folha de Londrina (27/06/2009): Londrinenses protestam contra violência Assassinato de empresário mobiliza comerciantes; pela manhã, ato foi organizado por familiares de bombeiro morto em acidente , na condição de pesquisador sobre a violência infanto juvenil e reação da comunidade e sociedade, cotidianamente neste ano de 2009 vasculho jornais, revistas e faço contato com organismo sociais, percebo que a ideologia de exclusão social e de classe é predominante. A demanda por segurança pública pautada pela mídia é os da classe de cima. Todo dia morre várias pessoas inocentes, vítimas de crimes contra a pessoa ou a propriedade. É meramente citado em nota de página os jornais. Qual a classe dessas des-infelizes vítima? A classe dos de baixo - subalternas. Não há manifestação, mas sim acomodação, conformismo. É o destino. Não há nada da fazer. A mensagem é de que 'o fenômeno da violência social, a inoperância do Estado e de mobilização contestatória da sociedade é ineficaz considerando a 'força e poder' dos organismos e grupos de poder. Cabe ao subalterno, enquanto indivíduo ou grupo comunitário aceitar tal situação. Ao contrário da outra classe - os de cima - ou os do meio.
A eles a mídia amplia o som da ação contestatória. Em Londrina o Rádio Paiquere FM, por meio de seu diretor Ricardo Espinoza, autorizou o presidente do Conselho Municipal de Segurança, Claudio, a promover reunião com entidades da sociedade civil e organismo público para debater o assunto e proporcionará divulgação e apoio ao evento. Disse Espinoza: 'chega de falatório, é hora do fazetório'. Brilhante a atitude do radialista católico. Neste e outros eventos tem manifestado atitude favorável aos setores populares. Aos movimentos das comunidades a mídia, em geral, tem dedicado pouca atenção.
A reação da comunidade contra a violência, dos setores marginais da sociedade e do Estado, tem sido de criminalização. Em São Paulo na comunidade Heliópolis e n oRio de Janeiro a reação a violência policial foram tratados como ação de traficantes. Com as denúncias e a investigação promovida pelos setores dos direitos humanos somente na blogosfera houve espaço de divulgação e formação de idéias na relação juízo de fato x juízo ético.
O sentimento de quem indigna-se com a violência a qualquer pessoa - ceifando a vida, e percebe-se a seletividade é de revolta contra a mídia corporativa que é de classe. A classe dos de cima. O de baixo - subalternos - percebem tal ato que cimenta a 'apartação social' cingindo uma sociedade dividida sem dialogo e parceria na luta contra a desigualdade social, conforme artigo 3º na Constituição Federal.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O avião caiu a culpa é do Lula - ( mídia)

É Hilário começar um preanúncio do futuro proposto pela mídia. O avião caiu a culpa é do Lula, ou da Dilma. Se houvesse um top five da mídia, os 04 top primeiros dos governistas. E o 5º dos amigos dos governo. Entonces, hay gobierno, io soy contra. Há um reporter da grande mídia, kennedy alencar (Folha de São Paulo) que tem uma estratégia sutil de criticar acusando.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

O Petróleo é nosso, PSBD!


Atenção,
vamos participar da Campanha promovida pela Associação do Movimento dos Sem Mídia - MSM.

O bordão “O petróleo é nosso” foi criado pela Campanha do Petróleo, desencadeada pelo Centro de Estudos e Defesa do Petróleo e por nacionalistas. Daquela campanha, nasceu a estatal petrolífera nacional, a Petrobras, em 1953.
O Brasil, desde aquela época, vem se dividindo entre nacionalistas e defensores do capital estrangeiro. Em 1938, o governo Getúlio Vargas determinou a exploração de uma jazida de petróleo em Lobato, na Bahia, dando origem ao Conselho Nacional do Petróleo. Desde então, as jazidas minerais passaram a ser propriedade do povo, sendo vedada a propriedade privada.
Criar a Petrobrás, no início dos 50, foi uma decisão acertada. Naquela época, o Brasil importava 93% dos derivados de petróleo que consumia. Hoje, somos autossuficientes.
O monopólio estatal do petróleo durou 44 anos. Foi quebrado em 16 de outubro de 1997 justamente pelo governo Fernando Henrique Cardoso e pelo partido que lhe dava sustentação, o PSDB, que agora, diante da maior descoberta petrolífera da história do país, novamente avança sobre o petróleo a fim de entregá-lo ao monopólio estrangeiro.
A CPI da Petrobrás, recém-criada no Senado Federal por iniciativa do PSDB e a mando evidente da eminencia parda da agremiação, o governador José Serra, é o mais novo avanço dos entreguistas de que falava Getúlio Vargas, aos quais o país se opôs e criou a empresa petrolífera.
Como disse recentemente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a descoberta e o início das operações de exploração do pré-sal constitui a “Segunda Independência” do Brasil. Através dessa riqueza imensa que jaz em nosso litoral Sudeste, o Brasil poderá ascender ao Primeiro Mundo talvez em uma década, se conseguirmos manter a riqueza a salvo das garras tucanas.
Não é por outra razão que venho propor a criação da nova campanha em defesa das riquezas minerais brasileiras, sugerindo o bordão “O petróleo é nosso, PSDB!”
E, sem titubear, começo propondo o início dessa campanha num ato público em defesa da Petrobrás a se realizar o quanto antes diante do diretório estadual do PSDB em São Paulo, no bairro de Indianópolis, na avenida que leva o mesmo nome, pois o ataque à Petrobrás vem do mesmo partido que começou a entregar o petróleo brasileiro há 12 anos e que quer voltar ao poder no ano que vem para continuar sua obra nefasta.
Como sempre, dependerei de vocês para saírem pela internet propondo em sites e blogs a medida que anuncio aqui em defesa dos interesses nacionais.
Será um ato ao qual se pretende a adesão de partidos, sindicatos, movimentos sociais e da sociedade civil de forma geral. Diante do previsível bloqueio que a imprensa dará a esta iniciativa, só podemos contar com vocês, leitores, e com a força da internet.
Na semana que vem, novamente iniciarei contatos para difundir o ato público proposto. Desta vez, porém, será no âmbito maior de uma campanha que se espera que se espalhe pelo país.
Caso esta proposta receba as adesões minimamente necessárias dos leitores deste blog, novamente o Movimento dos Sem Mídia assumirá o compromisso de organizar outro ato em defesa da cidadania. E vocês, ao aderirem, comprometer-se-ão a difundir esta proposta onde possam - na internet, nas ruas, entre a familia, entre os amigos, onde cada um puder.
Primeiro em São Paulo, na terra da mente criminosa que está por trás de tudo isso, a mente obscura de José Serra. Depois, pelo país inteiro. A campanha deverá durar enquanto durar a CPI da Petrobrás, com atos públicos espalhando-se pelo país até chegarmos a um ato maior, que sugiro que seja feito em Brasília diante do Congresso Nacional.
Pronto, a sorte foi lançada. A reação, agora, dependerá de cada um de nós, de nosso empenho em difundir e defender os interesses do Brasil. Que Deus nos ilumine e ajude a manter as garras tucanas e reacionárias longe das riquezas nacionais.
_________________________
Contamos com a participação e criatividade na reação.
Prof. Joaquim

domingo, 17 de maio de 2009

'Mate o ladrão', por favor: a 'lógica sentimental' sem lógica.

Frente a noticia: www.bonde.com.br

16/05/2009 -- 15h20 - Homem é baleado após furtar moto em Cambé.


Leandro
Hoje, 01:27 - Post #1
Gente Tinha que ter matado!!! Assim que se Recupera vai roubar outras pessoas de Bem eu sou motoqueiro Ja passei por isso é a coisa mais horrivel do mundo! AFf Gente assim merece a punição mais severa Ser Morto! Ou pelo menos deixa alguem assim Tetraplegico pra nunca mais rouba! Revoltante isso!!

Comentário de Joaquim:

Leandro, o sentimento da vítima de um ato infracional é de revolta, e o sentidos aguçam uma reação I-RACIONAL, sem uso da razão. O ladrão, Eduardo Mello, move-se no ato de roubar sem uso completo da Razão. A sociedade, entre os membros, fez um Pacto Social escrita na Constituição (1988) e reordenada nas leis complementares e cabe aos representantes do Estado o uso da força. E todos devem respeitar o Pacto senão sofrerá as dores da lei. O Eduardo descumpriu e sofrerá com restriçao na Liberdade. O seu ato iracional é crime, designado como Apologia ao Crime de Extermínio, exercício arbitrário da força. Os traficantes fazem tal ato. Imagine, você atrasou o pagamento do energia eletrica, a Copel envia uma representante na sua casa e dá um tiro na sua cabeça. Vamos - pensar - estudar a pessoa do Eduardo, qual a sua história de vida, desde a infância e adolescência, juventude, família, grupos de amigo? O Estado, prefeitura, a família, a comunidade, sociedade proporcionou oportunidades, valores, princípios, educação, convivio saudável? Ele se acomodou e aprendeu valores errado, contra o Pacto. Por não aprender a usar a razão - refletir em profundidade - movido pela emoção, idéias imediatas de um 'outro im-becil' começou a roubar. Qual a diferença entre as idéias do Eduardo e a sua Leandro? Vamos fazer a 'Corrente do Bem", cada bem que fizer ele se multiplica. Participe de projetos sociais, da política elegendo gente do bem. Denunciando as injustiças, pois a Justiça é dos ricos. Então, não estou defendendo o ato do Eduardo, deverá sofrer os rigores da Lei. O Estado (no município, no estado, e União) não cumpre com sua função na totalidade, devemos eleger representantes para que altere tal situação a médio prazo. Use a razão.

sábado, 16 de maio de 2009

Uma análise sobre o trabalho a partir dos anos 80 percebemos o nexo entre educação para o trabalho e a socioprofissionalização. Vivemos uma crise do trabalho assalariado, com aumento da precarização e informalidade do trabalho. A noção de classe foi

sábado, 4 de abril de 2009

Política de Segurança, povo e política

Neste sábado (04/04) ocorreu na Audiência Pública sobre Segurança na Câmara Municipal de Cambé-PR, convocada pelo vereador Cecílio (PT). Encheu as dependências da Câmara, com a participação do prefeito João Pavinato, representante da Arquidiocese católica de Londrina, vereadores, delegado da policia civil e tenente da policia militar, e a técnica Aline representante da Secretaria de Estado da Criança e Juventude. Na plenária a participação de lideranças políticas, presidentes de associações de moradores, sindicatos, evangélicos, pastorais e outros. A audiência pública convocada para um debate ficou a desejar. Três questões destacam: primazia da política, participação popular, fragmentação e generalização do tema no debate.
Iniciou as aproximadamente as 9:00 horas e até as 11:09 minutos foi apenas de exposição, palestra das autoridades. Com o adiantado da hora a inscrição de fala do povo foi pontual. O diagnóstico do problema posto pelo delegado, Barroso - da 10ª DP de Londrina, de há 2.200 presos em Londrina, e as polícias assumem o papel de 'enxugar gelo' com carência de meios. Apontou diretrizes no primado de políticas públicas intersetoriais entre educação, cultura, saúde, segurança e trabalho e renda. Destacou a importância da participação popular. A fala do prefeito Pavinato que expôs a conexão entre segurança e família e sua evolução de história da cidade nos últimos 40 anos. Predicou a ação dos cristãos, no apoio as políticas de segurança, senão srá contraposto a identidade de cristão. No debate, Walmir Ferreira - morador do Jardim Tupi, contrapos dizendo que não se deve reduzir a ação dos cristãos, mas de todas as pessoas de boa vontade, seja evangélicos, cristãos e ateus.
A participação popular, com tempo reduzido de 2 minutos para pergunta aos membros da mesa, era notório que o povo queria discutir, debater o tema e indicar propostas. O evento careceu de cultura de participação livre, posta e proposta da sociedade civil, como superação do dualismo político: situação-oposição. Na história de Cambé raramente houve participação popular, que ultrapasse os 'corre-legionários'.
Concluiu-se com a proposta de Walmir Ferreira de constituir um Fórum Municipal Permanente de discussão sobre Segurança Pública. A história é uma construção. O novo só surge do 'parto'.